quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Centro da cidade sem carros?

Uma reportagem chamou minha atenção esses dias, comentando a ideia de restringir a circulação de ônibus no centro de Fortaleza(Diário do Nordeste: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1064518). A reportagem não ficou clara o suficiente sobre o que iriam fazer, mas em minha opinião qualquer diminuição de transporte público é condenável.

Aos que não conhecem, o centro da cidade de Fortaleza é um caos: transito caótico, calçadas curtas completamente tomadas por ambulantes e obstáculos, barulho e sujeira. Se você vai de carro, arrumar uma vaga é um suplício. Se você vai de ônibus, irá ficar preso no engarrafamento do mesmo jeito. Se você vai a pé, enfrentará calçadas cheias do mesmo jeito. Se você vai de bicicleta, não volta!

Em qualquer grande cidade grande, o centro sofre grandes restrições de acesso a veículos. Em visita recente a grandes cidades europeias, vê-se um rigor grande quanto a circulação de carros de passeio por esses locais. Também vê-se uma preocupação com estacionamentos próximos aos locais. Em suma, uma valorização do transporte público.



Se Fortaleza fosse uma SimCity, em que pudesse remodelar a vontade, minha ideia seria:

  • Fechar completamente a circulação de veículos no quadrilátero formado pelas ruas Duque de Caxias (norte), Praça da Estação (Sul), Tristão Gonçalves (Leste) e Praça dos Leões (Oeste). 
  • Transformar os primeiros trechos de todas as ruas que entram nesse quadrilátero em opções de estacionamento zona azul. 
  • Criar duas ou três linhas de metrô elétrico circulando no centro, com passagem gratuita. O serviço seria pago com os estacionamentos zona azul. 
  • Todas as ruas se tornariam arborizadas calçadas de pedestres, com espaço para ciclovias (e bicicletários). 

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